sábado, 8 de abril de 2017

E A INTERNET CHEGA AO BRASIL ...


A internet surgiu na década de 60, desenvolvida com objetivo de auxiliar a Guerra Fria, uma disputa de poderes pela comunicação, desencadeada por dois países, os Estados Unidos, contra a então União Soviética.

No entanto a história da internet no Brasil demorou um pouco mais para abrir seu caminho e espaços no meio tecnológico. No Brasil a internet surgiu a partir de setembro de 1988 quando no Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC), localizado no Rio de Janeiro, conseguiu acesso à Bitnet, através de uma conexão de 9 600 bits por segundo estabelecida com a Universidade de Maryland. As conexões inicialmente foram feitas em setor acadêmico e somente anos depois foi destinada a usuários domésticos e empresas.

Dois meses depois foi a vez da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) que também ligou-se à Bitnet, por meio de uma conexão com o Fermi National Accelerator Laboratory (Fermilab), em Chicago. Algum tempo depois, a FAPESP criou a rede ANSP (Academic Network at São Paulo), interligando a Universidade de São Paulo (USP), a Universidade de Campinas (Unicamp), a Universidade Estadual Paulista (Unesp) e o Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo (IPT). Mais tarde, ligaram-se à ANSP a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRS).

Em maio de 1989, a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) também ligou-se à rede Bitnet, através da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA), constituindo-se no terceiro ponto de acesso ao exterior.  Em 1981 foi fundado o Ibase (Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas), autônomo e apartidário o Ibase sempre teve como um de seus objetivos a disseminação de inframções a sociedade civil. Isso incluía a democratização do acesso às redes de computadores no país.

Em meados da década de 80, o Ibase integrou-se a um projeto internacional chamado Interdoc. Sua finalidade era o uso do correio eletrônico para o intercâmbio de informações entre ONGs (organizações não-governamentais) de todo o mundo. Participavam do projeto dezenas de entidades da África, América Latina, Ásia e Europa. Contudo, o uso desse sistema ainda era extremamente caro. Fazia-se necessário encontrar meios alternativos para facilitar essa conexão internacional e reduzir os custos de comunicação. 

Alternex, um serviço internacional de mensagens e conferências eletrônicas pioneiro no país. Através do Alternex era possível trocar mensagens com diversos sistemas de correio eletrônico de todo o mundo, incluindo a Internet. O Alternex foi, portanto, o primeiro serviço brasileiro de acesso à Internet fora da comunidade acadêmica.

O BRASILEIRO QUER SE CONECTAR

A situação permaneceu assim até meados de 94, quando a Internet ultrapassou as fronteiras acadêmicas e começou a chegar ao ouvido de muitos brasileiros. No dia 17 de julho daquele ano, o jornal Folha de S.Paulo dedicou a edição dominical do seu caderno Mais! à “superinfovia do futuro”. E anunciava: “nasce uma nova forma de comunicação que ligará por computador milhões de pessoas em escala planetária”.

Quase no final de 94, o governo brasileiro – que até então pouco tinha feito pela Internet no Brasil – divulgava, através do Ministério de Ciência e Tecnologia e do Ministério das Comunicações, a intenção de investir na nova tecnologia. A criação da estrutura necessária para a exploração comercial da Internet ficou a cargo da Embratel e da RNP.

No final de 94, a Embratel iniciou seu serviço de acesso à Internet em caráter experimental. Cinco mil usuários foram escolhidos para testar o serviço. Alguns meses depois, em maio de 95, o acesso à Internet via Embratel começou a funcionar de modo definitivo. Mas a exclusividade da Embratel no serviço de acesso a usuários finais desagradou à iniciativa privada. Temia-se que a Embratel e outras empresas de telecomunicações dominassem o mercado, criando um monopólio estatal da Internet no Brasil.

Diante disso, o Ministério das Comunicações tornou pública a posição do governo de que não haveria monopólio e que o mercado de serviços da Internet no Brasil seria o mais aberto possível.

Ainda nesta época, foi criado o Comitê Gestor Internet Brasil, com o objetivo de traçar os rumos da implantação, administração e uso da Internet no país. Participariam do Comitê Gestor membros do Ministério das Comunicações e do Ministério de Ciência e Tecnologia, representantes de provedores e prestadores de serviços ligados à Internet e representantes de usuários e da comunidade acadêmica. O Comitê Gestor teria ainda como atribuições principais: fomentar o desenvolvimento de serviços da Internet no Brasil, recomendar padrões e procedimentos técnicos e operacionais, além de coletar, organizar e disseminar informações sobre os serviços da Internet. 

Apesar do mercado promissor, as coisas continuaram assim, meio capengas, por todo o ano de 95. A Embratel e o Ministério das Comunicações não facilitavam as iniciativas dos provedores privados: a estrutura necessária não estava totalmente implantada e havia indefinições sobre os preços a serem cobrados. Mesmo assim, uma dezena de provedores já operava até o final de 95 conectados à Internet através da Embratel. Outros, como a IBM e a Unisys, começaram a implantar suas próprias conexões internacionais.

A INTERNET DECOLA NO PAÍS

O grande boom da rede aconteceu ao longo do ano de 1996. Um pouco pela melhoria nos serviços prestados pela Embratel, mas principalmente pelo crescimento natural do mercado, a Internet brasileira crescia vertiginosamente, tanto em número de usuários quanto de provedores e de serviços prestados através da rede.

Uma das provas de que a Internet realmente havia decolado no Brasil veio no dia 14 de dezembro de 1996, quando Gilberto Gil fez o lançamento de sua música Pela Internet através da própria rede, cantando uma versão acústica da música ao vivo e conversando com internautas sobre sua relação com a Internet.

sábado, 25 de março de 2017

COMO ESCOLHER O HOSTING PARA O SEU SITE


Com a expansão da web, há um grande número de novos empreendedores, blogueiros ou profissionais online que desenvolvem diversos tipos de web sites para seu negócio e precisam de uma empresa de hospedagem de sites – mais conhecida como hosting, que ofereça a melhor opção de tecnologia e servidores para mantê-lo no ar. Dentre as milhares de opções disponíveis, sempre vai ter aquela que só promete o bom atendimento e funcionalidade, mas não conseguem cumprir.

Para resolver essa questão de qual empresa deve-se contratar para a hospedagem de site, há um leque de características a levar em consideração na hora de escolher a empresa de hosting que melhor se encaixe em sua necessidade, além de oferecer o melhor custo-benefício e atendimento – afinal, se você contratar um serviço com o atendimento precário ou sem contato com o público, será difícil um suporte de pós-venda.

Mas, você deve estar se perguntando “então no que devo levar em consideração na hora de escolher um hosting?”, então você poderá conferir abaixo algumas dicas:

SUPORTE AO CLIENTE
O bom atendimento é imprescindível principalmente para quem é novato na questão de hospedagem de sites, pois neste caso, as empresas brasileiras levam vantagem devido à maior facilidade de comunicação. Por isso, opte pelas nacionais com suporte e atendimento em português;

UPTIME
É comum o anúncio de “garantia de uptime” na página de hosts, pois é essa informação sobre a efetividade dos servidores, e o percentual que a página ficará online na web, sem problemas ou interrupções;

PAINEL DE CONTROLE FUNCIONAL
O que mais tem atualmente são empresas que não oferecem a funcionalidade e um sistema que permite que o usuário tenha o acesso prático e fácil de usar. Através dele, é possível configurar itens como criação de contas de e-mail, registros DNS, banco de dados do site e gerenciador de arquivos. Escolhendo o melhor painel, evita-se uma dor de cabeça e mais dinheiro gasto de forma desnecessária.

Quer mais uma dica? 

Preste atenção na contratação da melhor empresa para seu site. O serviço de hospedagem interfere diretamente no sucesso de sua página, tanto na questão do tempo online na rede sem falhas ou quedas, quanto o tempo de carregamento da página, além de monitorar o tráfego para não atingir a capacidade do servidor.

Como encontrar uma empresa de hospedagem idônea que possua estes benefícios?

Além de tudo isso que colocamos como prioridade na hora de escolher uma empresa de hosting, é preciso também olhar o custo-benefício e o posicionamento da empresa no mercado.

A Gitanes Digital, possui uma política de facilidade e democratização de sites, ajudando a todos o egresso no mundo virtual, carregando um forte desejo de ensinar.

Entre as facilidades, a Gitanes Digital conta com o painel de controle construído totalmente em português, bem como o suporte ao cliente, o destaque vai para a parceria com a UOL HOST

Os maiores destaques do serviço da Gitanes Digital

Gitanes Digital trabalha da seguinte forma para garantir que seu site permaneça no ar:

Garantia de melhor custo-benefício do mercado, disponibilizando os serviços que você precisa para hospedar o seu site. Nada a mais e nem a menos;

Disponibiliza servidores com diversas opções de espaço em disco e 99,9% de garantia de uptime, que é o melhor serviço de garantia que o seu site permaneça no ar. Os servidores da Gitanes Digital/UOL estão localizados tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos, garantindo a precisão e qualidade do carregamento de página e suporte para os picos de tráfegos.

Essa dica é para garantir que você tenha acesso ao melhor serviço de hospedagens de sites, portanto, esperamos que as dicas ajudem a escolher o melhor host para seu negócio online.